Informações do Post - - Enium Criação de Sites - - 21 de fevereiro de 2015 | - 2:09 - - Home » » - - Sem Comentários

Nota de Pesar

É com pesar que a Associação dos Oficiais Militares PM e BM de Sergipe – Assomise, recebeu a notícia da morte do  irmão militar, Sargento André Nascimento, vítima de disparo de arma de fogo, quando tentava evitar um assalto em um posto de combustíveis localizado na praia do Jatobá, no município de Barra dos Coqueiros, na noite da última sexta-feira, 20.

A Assomise, vem expressar os mais profundos sentimentos a família enlutada, mesmo sabendo que as palavras não conseguirão cumprir esse papel. Ao mesmo tempo que vem a público cobrar uma apuração rigorosa desse crime, e solicitar para que as entidades de “Defesa dos Direitos Humanos” possam dar um apoio real a família do militar assassinado.

Um homem que dedicou 30 anos de serviço à atividade militar e estava prestes à entrar na reserva remunerada. O Sargento André Nascimento entra para a triste estatística de militares assassinados no Brasil.

Reafirmamos a necessidade de punições adequadas à infratores que cometem crimes contra agentes de segurança pública. Os agentes policiais também possuem o direito à vida e suas famílias o direito à dignidade humana que foi assegurada na Constituição Federal. O Estado deve punir de forma mais severa aquele que atenta contra a integridade de seus agentes. Deve considerar os atos praticados contra os agentes como sendo crime hediondo e sem direito a liberdade provisória, livramento condicional, indulto, cumprimento da pena em regime integralmente fechado, entre outros. As forças policiais são essenciais para a preservação da ordem pública e os seus integrantes também devem ser protegidos com a instituição de leis que estabeleçam sanções mais severas aos atos praticados pelos cidadãos infratores contra os agentes do Estado.

Não se pode permitir que os profissionais da segurança pública fiquem sujeitos a atos de violência sem que os infratores, que muitas vezes se utilizam de forma inadequada das garantias constitucionais, fiquem sujeitos as sanções que devem ser efetivas e reais.

As forças policiais estão enfrentando atos de violência contra os seus integrantes, os quais são praticados por pessoas que há muito se afastaram do cumprimento efetivo da lei, e preferem a marginalidade e a prática de atos de barbárie.

Por AssCom/Assomise

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