Informações do Post - - Assomise - - 22 de dezembro de 2021 | - 1:04 - - Home » » » - - Sem Comentários

Em entrevista, presidente da Assomise fala sobre aposentadoria dos militares

Na manhã desta quarta-feira (22) o presidente da Associação de Oficiais Militares de Sergipe (ASSOMISE), Cel. Adriano Reis, concedeu entrevista à Rádio Jornal para falar sobre os direitos dos oficiais Militares em relação à questão da aposentadoria dos Coronéis da Polícia Militar abaixo de 50 anos, decretada pelo governador Belivaldo Chagas.

O Cel. Adriano Reis demonstrou a insatisfação com a exoneração do Coronel Paulo César Gois Paiva, do Cargo de Chefe do Estado Maior da PMSE e por consequência do Subcomando da corporação, publicada no Diário Oficial de Sergipe. O coronel também pontuou que a proposta de aposentar coronéis da PMSE em plena atividade, abaixo de 50 anos de idade, foi elaborada por influência política. “Infelizmente sabemos que é uma mudança política, até talvez o governador esteja sendo enganado ou induzido a erro pelo Comandante Marcony Cabral, no sentido de que seja necessário aposentar para promover alguém ao posto, mas não precisa fazer isso, precisa ampliar vagas e os mecanismos. A polícia cresceu, a população do estado cresceu, existe uma demanda e é preciso ampliar as áreas de atuação e ter comandos em todas as regiões do estado.” afirmou o presidente.

Em relação à Lei de Proteção Social dos Militares, foi determinada pela Lei 13.954, que cada estado fizesse a sua própria Lei de Proteção. No entanto, o governo de Sergipe, só apresentou o projeto no limite de entrega. “Foi uma incompetência proposital, tinha até dezembro e só apresentou em dezembro, ao apagar das luzes. Se o governo do estado não apresentasse o projeto seria penalizado pelo governo federal no repasse de verbas e as certidões não seriam mais fornecidas.” falou o Cel. Adriano Reis.

Já em relação a periculosidade, o presidente ainda afirmou que o governo não está cumprindo com o seu dever de zelar pelos militares do estado de Sergipe, causando frustração à classe. “O governador nega a periculosidade, pois é impossível o cidadão sergipano entender que policial e bombeiro militar não recebem, em contrapartida quer tirar um direito já adquirido inclusive positivado nas normas específicas estaduais”, conclui.

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